Como fazer remodelações em casas de banho pequenas

Remodelar um espaço pequeno não é um bicho de sete cabeças como normalmente as pessoas pensam. Para tal, fiz uma lista com alguma dicas e ideias que poderão ajudá-lo com a remodelação da sua casa de banho. Torne o seu WC num local mais espaçoso, moderno e remodelado!

Cores claras

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As cores claras são uma óptima escolha para espaços pequenos. Estas tonalidades ajudam a dar maior profundidade ao espaço, dando uma ilusão de um lugar mais espaçoso e largo, dando igualmente uma sensação de limpeza. O branco é uma das cores mais utilizadas em casas de banho, mas lembre-se: não tem que seguir sempre a mesma matriz e pode sempre brincar com as cores. Uma óptima ideia passa por intercalar ou combinar o branco com outras cores dentro da mesma tonalidade, dando um efeito de ”reflex”. Cores como o cinzento, o onyx ou o azul são cores que não só combinam muito bem com o branco como também são tonalidades que agora estão muito em voga!

Aproveite todos os espaços

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Qualquer espaço dentro de um pequeno espaço, é sempre uma oportunidade. Tire proveito de pequenos nichos ou reentrâncias para utilizá-los como lugar de  arrumações e armazenamento. Estes espaços necessitam de muita arrumação e por isso mesmo, qualquer espaço extra pode fazer a diferença!

Aproveite estes espaços para arrumar toalhas, papel higiénico, produtos de beleza e até produtos de limpeza.

Prateleiras

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Por muito pequeno que seja, uma casa de banho tem sempre paredes! IDEIA: Não deixe as paredes da sua casa de banho vazias.

Se tem uma casa de banho pequena, não desperdice as paredes com quadros ou quadros! Opte por colocar prateleiras, de modo a tirar o máximo partido destes espaços. Assim, poderá arrumar toalhas, revistas, itens pessoais ou até vasos!

Tenha sempre consideração este pormenor: cada pequeno espaço deve ter pelo menos um pequeno detalhe que chama à atenção. Por exemplo: de entre as várias prateleiras que colocar, pode sempre aproveitar algumas com elementos decorativos, dando uma ar mais moderno ao espaço. Além de “dar mais ambiente” ao espaço, também vai dar um ambiente mais organizado e arrumado.

Espelhos grandes

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Não há nada melhor para dar profundidade a um espaço do que um espelho. Estes elementos são mandatórios em qualquer casa de banho (seja pequena, grande ou média) pois, não só dá uma percepção de maior amplitude e mais espaço à sua casa de banho, como também é no WC que são realizados a maioria dos nossos cuidados pessoais.

Mudanças, mudanças e mais mudanças!

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Se quiser dar um ar moderno à sua casa de banho, mas não tem elasticidade financeira, existem pequenas coisas que pode fazer para remodelá-la sem que tenha que gastar uma fortuna.

A primeira coisa a fazer é sempre mudar pequenos elementos que não custam muito dinheiro. Por exemplo, mudar o dispensador de sabão para um com um acabamento, cor ou material mais moderno. Aproveitando boleia, pode também mudar o suporte da escova de dentes já que idealmente este deve combinar com o dispensador de sabão.

Outra coisa que pode dar à sua casa de banho um ar mais “fresco” são as toalhas. Estas devem ser sempre da mesma cor, estando em concordância com as tonalidade escolhidas para outros elementos da casa de banho. Pode também arrumá-las de maneira menos comum por exemplo, enroladas e organizadas numa cesta, dando um toque muito agradável ao seu novo e remodelado WC!

Evite também as capas de sanita e os panos sobre os móveis. Eu sei que já estiveram na moda, mas adivinhe: JÁ NÃO ESTÃO!!!

Experimente colocar um tapete fora do chuveiro ou do banho: mantém a casa de banho seca e permite que dê asas à sua imaginação!

Então, o que acharam destas dicas? Gostaram? Caso tenham dúvidas, sugestões ou comentários sobre este post, não hesitem em deixar-me uma mensagem!

Decoração e Design – Arte vs. Usabilidade

O design e a decoração são duas áreas que andam sempre de mãos dadas. Muito se deve ao facto de a decoração ser, inevitavelmente, um ‘fruto’ do imenso pomar a que chamamos design ou seja, uma consequência do mesmo.

Ao que muitos consideram, o design não se prende obrigatoriamente por criar algo para despertar o prazer visual, mas sim do desafio de resolver um problema, algo que não funciona ou simplesmente que está “errado”. O design é fundamentalmente isso, a paixão por este desafio e de como é resolvido.

Dou-vos um exemplo concreto: Imaginem uma biblioteca. À partida poderia ser um local totalmente desprendido de design já que tem como seu único propósito a requisição de livros, ou apenas como local de estudo, leitura e concentração. Pois, é aqui que entra o design. O design é uma ferramenta (ou uma ciência?) que permite a transformar uma simples biblioteca “n’A Biblioteca”, criando uma sensação de encantamento e vontade de não querer mais sair dali.

Como? O design de decoração permite criar um espaço físico moderno, útil e inovador, e que por sua vez permite atrair mais usuários para a biblioteca e ainda manter os já existentes. Além disso, é capaz de potenciar ainda mais o espaço, dando-lhe mais utilidade, conforto e beleza estética.

O desafio do design é esse mesmo, resolver um problema e dar uma utilidade extra a algo, acrescentado-lhe valor. O bom design é intencional, tem um propósito, sendo que cada detalhe conta. Não há decisões aleatórias, muito menos argumentos como “Porque fica giro”.

Além do mais, o design deve ser coerente perante as necessidades do usuário. Deve ser por isso mesmo, centrado no utilizador final.

Mas vamos à questão central: como definir o limite entre o bonito e o útil e onde é que estes dois factores se encontram? A resposta, pode vir em forma de exemplo: decoração!

O design de interiores (usualmente conhecido como decoração) define-se como uma composição visual de ambientes que resultam nesta técnica cenográfica. Essa composição tanto pode ser uma parede pintada com uma cor diferente, como pequenos elementos que irão valorizar e aprimorar essa mesma composição (cómodas, vasos, espelhos…). Não perceberam ainda? Pensei da seguinte maneira: a arte de planear e organizar espaços depende do equilíbrio das relações estéticas e funcionais destes elementos. Ou seja, não basta ser estético (senão seria uma obra de arte de um artista plástico), e não basta ser funcional (senão seria uma peça de engenharia), tem que existir um equilíbrio entre estes dois detalhes. Além disso, e como referi anteriormente, deve corresponder a uma necessidade, melhorar algo, ou de forma mais generalizada: resolver um problema.

Imaginem este (ÚLTIMO) exemplo: ninguém colocaria almofadas na casa de banho – até poderia ser estético, mas nunca útil, já que ninguém vai passar longos serões de inverno num cubículo de 5m2 (digo eu….). Ou seja, seria apenas estético, mas nunca funcional, fazendo com que não houvesse qualquer tipo de acrescento de valor.

Bem, com isto tudo pretendo apenas ilustrar a minha ideia inical – a maneira de harmonizar um espaço elementos de decoração depende da sua relevância/utilidade aliado aos factores estéticos, já que é isso que suporta a arte da decoração.